
De súbito, sou tomado pela ilusão passageira de que o tempo parou. Ilusão que, quando se desfaz, comprova o inexorável da vida.
Lembro do guitarrista de uma das minhas bandas favoritas que morreu na semana por um motivo banal.
Lembro do romance do Érico Veríssimo, das mulheres que ele retrata, cronistas da vida da vida e da morte.
Dou mais um gole de café. E penso em visitar Almofala.
http://www.opovo.com.br/app/colunas/anamiranda/2013/05/04/noticiasanamiranda,3049903/a-igreja-soterrada.shtml

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